Quem somos nós, afinal? Esta semana tivemos duas ocorrências bem distintas: uma delas, o casamento do Príncipe da Inglaterra, onde todos sonhavam com o romance, o belo cenário, a história de amor da plebéia com seu príncipe encantado. e nos colocamos no lugar deles, principalmente no dela( nós mulheres). Tanto que a Inglaterra passou a ser palco de outras histórias, outros romances, destino de lua-de-mel...Nossa volta ao tempo dos contos de fada.
Logo após, a morte( ou não) de Osama Bin Laden.Sem querer criar polêmica, vamos supor que tudo isso seja realmente verdade. O presidente Barack Obama, paladino da democracia e da liberdade, o herói político mundial do mundo moderno, se dá o direito de entrar em casa allheia, em país alheio, e cometer os mesmos atos de terror que foram cometidos contra o seu país, e o povo comemora? Onde está a coerência? Como ele pode ser exaltado por agir como aquele a quem ele condena? e por que nós achamos isso normal, e até vibramos com isso? Afinal, quem são nossos heróis? Pior ainda: quem somos nós?
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